
Com a projeção de queda de até 3% nos juros e o recorde de recursos no FGTS, 2026 inicia um novo ciclo de valorização. Entenda como se antecipar a esse movimento antes que os preços subam.
Se você estava esperando o momento certo para voltar a investir no mercado imobiliário, os dados de janeiro de 2026 trazem a resposta que você precisava.
Diferente do cenário de cautela dos últimos anos, o mercado inicia agora o que especialistas estão chamando de um “Novo Ciclo Estrutural”. Não se trata apenas de otimismo, mas de matemática: a combinação de juros em queda e crédito abundante vai injetar liquidez no setor.
Na A7 Soluções, analisamos os indicadores recém-divulgados e explicamos o que isso muda na sua estratégia de investimento agora.
1. O efeito da “Selic em Queda” no seu bolso
A projeção do mercado é clara: esperamos uma redução de 2 a 3 pontos percentuais na taxa Selic ao longo deste ano.
- Para quem financia: O custo do dinheiro vai baratear. Isso traz a classe média de volta ao jogo, aumentando a procura por imóveis e, consequentemente, a valorização do m².
- Para o investidor: Com a Renda Fixa pagando menos, o capital inteligente volta a migrar para a segurança e a rentabilidade real dos imóveis físicos. Quem se posicionar agora, compra antes dessa “corrida” inflacionar os preços das unidades.
2. Mais dinheiro no mercado = Mais liquidez
Outro motor importante para 2026 é a robustez do financiamento. O orçamento do FGTS para habitação saltou para R$ 144 bilhões este ano, somado a mudanças no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) que devem liberar mais R$ 40 bilhões em crédito.
Isso cria um efeito cascata: com a base da pirâmide comprando muito (impulsionada também pelo Minha Casa, Minha Vida), o mercado inteiro ganha tração e liquidez, favorecendo quem precisa vender um imóvel menor para investir em um de alto padrão ou em um ativo de renda.
3. Onde estão as oportunidades neste cenário?
Com o crédito farto reaquecendo o mercado tradicional, surgem janelas de oportunidade específicas para quem busca rentabilidade acima da média através da posse direta do imóvel:
- Condo-Hotéis e Locação Short-Stay: Tendem a se valorizar rapidamente com a queda dos juros. Em regiões turísticas ou centros corporativos (como SP), a demanda por locação acompanha o aquecimento da economia, garantindo renda mensal recorrente ao proprietário.
- Antecipação de Lançamentos: Com a demanda em alta, comprar na planta agora — antes que as tabelas das construtoras sejam reajustadas para o novo cenário de juros — é a estratégia mais inteligente para capturar a valorização máxima na entrega das chaves.
Conclusão: A hora de agir é agora O ano de 2026 não será de “esperar para ver”, mas de “fazer acontecer”. O cenário de crédito farto e juros menores é o combustível que faltava para o seu patrimônio crescer com segurança.
Na A7, já estamos mapeando as oportunidades que mais se beneficiam desse novo ciclo econômico. Vamos conversar sobre sua carteira imobiliária para este ano?